A FORMAÇÃO CRÍTICA DE PROFESSORES NA FORMAÇÃO INICIAL: DESAFIOS, CAMINHOS E COMPROMISSOS COM A EMANCIPAÇÃO
DOI :
https://doi.org/10.31639/rbpfp.v18.i37.e912Mots-clés :
Formação de professores, Educação crítica, Emancipação, Decolonialidade, CurrículoRésumé
A formação inicial de professores no Brasil tem sido atravessada por disputas entre concepções pedagógicas divergentes, em cenário tensionado por reformas curriculares tecnicistas. Este artigo analisa fundamentos, desafios e possibilidades de uma formação docente emancipatória e histórica. Trata-se de estudo qualitativo, bibliográfico e interpretativo-crítico, com análise categorial de obras de 2018 a 2024 e das diretrizes normativas vigentes, consultadas em bases como SciELO e o Portal de Periódicos da CAPES. Os resultados indicam que o alinhamento curricular à Base Nacional Comum Curricular tende a reduzir a autonomia formativa e a densidade crítica das licenciaturas, enquanto a pedagogia histórico-crítica e as epistemologias decoloniais oferecem alternativas orientadas pela justiça cognitiva. Conclui-se que a formação crítica, articulada ao reconhecimento de saberes plurais e das lutas históricas do professorado, é condição para uma educação democrática, plural e transformadora.
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