LA FORMACIÓN CRÍTICA DEL PROFESORADO EN LA FORMACIÓN INICIAL: DESAFÍOS, CAMINOS Y COMPROMISOS CON LA EMANCIPACIÓN

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DOI:

https://doi.org/10.31639/rbpfp.v18.i37.e912
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Palabras clave:

Formación docente, Educación crítica, Emancipación, Decolonialidad, Currículo

Resumen

La formación inicial del profesorado en Brasil ha sido atravesada por disputas entre concepciones pedagógicas divergentes, ante reformas curriculares tecnocráticas. Este artículo analiza fundamentos, desafíos y posibilidades de una formación docente histórica y emancipadora. Estudio cualitativo, bibliográfico e interpretativo-crítico que analiza obras de 2018 a 2024 y las directrices normativas vigentes, consultadas en bases como SciELO y el Portal de Periódicos de la CAPES. Los resultados indican que la alineación curricular con la Base Nacional Común Curricular tiende a reducir la autonomía formativa y la densidad crítica de las carreras docentes, mientras que la pedagogía histórico-crítica y las epistemologías decoloniales ofrecen alternativas orientadas por la justicia cognitiva. Se concluye que la formación crítica, articulada con el reconocimiento de saberes plurales y de las luchas históricas del profesorado, es condición para una educación democrática, plural y transformadora.

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Publicado

2026-10-05

Cómo citar

CASTRO, R. S. de. LA FORMACIÓN CRÍTICA DEL PROFESORADO EN LA FORMACIÓN INICIAL: DESAFÍOS, CAMINOS Y COMPROMISOS CON LA EMANCIPACIÓN. Formação Docente – Revista Brasileira de Pesquisa sobre Formação de Professores, [S. l.], v. 18, n. 37, p. e912, 2026. DOI: 10.31639/rbpfp.v18.i37.e912. Disponível em: https://mail.revformacaodocente.com.br/index.php/rbpfp/article/view/e912. Acesso em: 6 oct. 2026.