CONSOLIDACIÓN DE LA EDUCACIÓN A DISTANCIA COMO POLÍTICA PÚBLICA PARA FORMACIÓN DOCENTE: COYUNTURAS SOCIALES, POLÍTICAS Y ECONÓMICAS, E INFLEXIONES EN LA FORMACIÓN DEL PROFESORADO
DOI:
https://doi.org/10.31639/rbpfp.v17.i36.e881Palabras clave:
Políticas Educativas, Formación de Profesores, Educación a DistanciaResumen
Este estudio realizó un análisis crítico de las políticas públicas de Educación a Distancia (EaD) orientadas a la formación de profesores en Brasil. El objetivo fue identificar y examinar los principales instrumentos jurídicos y normativos que regulan esta modalidad, considerando la evolución de los marcos legales y los contextos sociales, políticos y económicos que los han influenciado en las últimas décadas. La investigación adopta un enfoque cualitativo, con análisis documental de las disposiciones jurídicas y normativas que viabilizan dichas políticas. Se observó que, inicialmente, la EaD fue promovida como estrategia para democratizar el acceso a la educación superior. Sin embargo, la flexibilización jurídico-normativa favoreció la adhesión de instituciones privadas de educación superior, que pasaron a dominar los procesos formativos de EaD. Las políticas se limitaron a regular la oferta de EaD para la formación docente, sin priorizar la calidad del proceso formativo ni el enfrentamiento de la precarización de la formación y del campo del trabajo docente.
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